quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

cOn-fusO

In-quietude (in)explicável.

Um mundo tão ao avesso, mas, mesmo sendo de cabeça para baixo, não me encaixoto.

Re-flexões semelhantes, ainda que ternas de amizade, repetidas...
Conversas sem versos - monólogos, com antes paqueritas...
E logo me despenca Felícia e seus apertos na carne-memória...
Ouvi L`amour, de Carla Bruni, e tive certeza de que essa música é para mim, sim! Pois não sou para o amor, ao mesno não para esse que consegue se esquecer do outro estando com ele, ou aquele que quer ser ouvido incondicionalmente. Preciso apreciAR, o que exclui o egoísmo e a estupidez, irmã da vazia cupidez.
E o meu infanto-questionamento, existirá um segundo-qualquer-coisa?

Sigo-me convicto de que precisamos de-todo-mundo e de-todo-o-mundo. Penso na militância, na produção alternativa de COMunicAÇÃO, de educAÇÃO e de conhecimento.... Porém, vejo-me preso nesse cimento do Direito.... Convarde, vou-me empurrando para essa ordem, com a promessa de que está acabando... Estará mesmo? Depois será mesmo a luta na voadora, com uma carteira no bolso? Sem lenço e documento? Então, seria mesmo necessário esse bolso? E essa carteira?

Ah, se pudéssemos apenas ser.

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