quinta-feira, 23 de junho de 2011

lembranças de umas notas

Às vezes, começamos com uma foto e com umas poucas palavras virtuais.
Depois se recorre à memória, e aí ela sozinha nos domina...
Funcionamos como robôs, por-ter-quê.

And then, we "sing a sad song", "crying in the rain" and remeber our "last kiss". But it doesn't matter, because you, "the man who sold the world", you can "come as you are" and "fly me to the moon". It is because "there is a light that never goes out" and I really can't believe the "otherside" is bad. Why? Because "the answer, my friend is 'blowing in the wind'". But just "Heaven knows I'm miserable now"...

Es decir, un recuerdo nos lleva al viejo, que no es viejo, porque nosotros aún no somos viejos... Todavía nosotros no hemos aprendido a amar...

Parce que "l'amour" pas pour nous.

Nessa vida de "teatro dos vampiros", a única lembrança na "via láctea" é o "último romance".

Nenhum comentário:

Postar um comentário