sábado, 29 de janeiro de 2011

a-mor?

Uma cheia de drama...
Com algo de um bom.

Respeitosa, antes nem me apresentou outras quando a pedi com olhos pidões. Apesar de logo-logo nos apresentarmos todos num barsito. E foi leve, pois ainda agora estou leve.
(Ontem, sempre a me reclamar de um ano de sumiço meu - diria nosso, mas o meu vale.)

Outra já sem melodrama,
e toda meliante.

Esta antes de antes estava muito furtiva e garotona: eu pulei o muro! A mostrar os braços livres e extremamente desnudos da pulseira de entrada. Completamente orgulhosa de si. E o Igor?Vai pular também (num tom muito marginal!).
E saiu, mas nunca até hoje da minha vida.

E o que seria eu sem meus amores?
Perdi (ou me fiz perder) a hierarquia do lugar mor do amor. Agora preciso do coletivo amor (será uma influência do velho sócrates brasileiro Zé Celso?)

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