Re-flexão sob(re) ar.
Ao (re)ler minha brincadeira (con)versar daqui, filha única, até então no abril aperreado, vi: quero respirAR.
Engraçado, ou não tão engraçado assim, há pouquitos instantes escrevi a uma amiga: preciso respirar e só-rir.
Lembrei do abril vermelho! Os milhares de militantes que devem estar super sobrecarregados com tarefas e articulações a fazer. Neste mês simbólico, realmente ainda vermelho do Carajás, combate-se o maldito latifúndio. Salva de palmas a eles, eco-ando energias militantes para a luta.
Mas o meu não está nada vermelho, só tem aperreios. Quem sabe esteja de ver-melhor. Andei colo-rindo um tico a minha vida profissional (e "revel-ando" com as minhas vontades, pelo menos as momentâneas), os sentidos de amizades, as inscursões de militância e as construções de querer-ser (um pingo maior no mundo, a-prendendo).
É sobre isso o ar que voo-ando para tocar, sentir, cheirar e aca-ri-ciar. Ver-de que te ver-melho(r)!
terça-feira, 19 de abril de 2011
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