A confissão plubicável: definitivamente eu não me dou de jeito algum com esportes com bola! Passei a tarde fazendo de conta que me jogava vôlei. Um desastre! Lá pelas tantas eu comecei a fazer bastante companhia à Marina (linda afilhada), já que passei a ser figura constante no banco reserva... =/
Na volta, fiz logo a minha despedida do pôr-do-sol de aqui. Atentei-me para o fato de hoje ser minha despedida. Resolvei não guardar apenas na minha memória, mas também no memory stick.
Mas a lig(ação) da praia mais a sudeste me veio. E me fez muito bem saber dos laços consanguineos que se cria neste mundo afora. Nem todas as coisas e pessoas são tão fugazes.
Já estava à fila de Encantrago (lá fui eu de novo).
Será que eu queria encontrar algo? Ou queria tragar algo? Ou alguém? O certo é que ganhei conhaque #)
Hoje já me arriei os quatro pneus (se eu os tiver). Fiz minhas toscas cenas de não-paquerador nato. Apenas o de praxe. Mudez, tensão, não-ação e fuga de olhares. Lógico que fiquei com medo de montar na minha esquelética ao sair de lá, mas nada me aconteceu. Sobre(vivo). Meu santo deve de andar de bike =P
O espetáculo foi demaaaaais! Apaixonante todo. Cânticos, reisado, sertanejos e mais uma penca de manifestações indiretas à coroação do rei do Congo.
Deixei-me o teatro com a vontade desgraçda de ler Guimarães Rosa e assistir a todos os filmes de Rosemberg Cariry.
Veja-me a coincidência de estar a ouvir acauã (Luiz Gonzaga) - e achar que por isso posso me fazer toscas incursões.
Medo dessas coisas! Mas "o que a vida quer da gente é coragem" (Guimarães Rosa).
Nenhum comentário:
Postar um comentário